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Strike a pose - Tema 12 - Aluno Flipbook PDF

Strike a pose - Tema 12 - Aluno


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Amiga, lembra quando você queria trabalhar com criação de conteúdo?

E quem disse que eu mudei de ideia? Só mudei o conteúdo!

Talvez não seja um conselho, mas o que eu fiz foi entender o que era essencial pra mim e buscar transformar isso em algo positivo para os outros.

Jade, muito legal saber um pouquinho da tua trajetória! Pra finalizar, que conselho você daria pra galera que também tá escolhendo qual carreira seguir?

• Tema 12 – Onde é a bakery mais próxima? • Tema 13 – O futuro é aqui • Tema 14 – Apresentando nossa proposta • Tema 15 – Culminância: planejamento e postagem de conteúdos

Ao final deste tema, esperamos que você consiga:

 identificar diferentes formas de colocaçãoque no mercado de trabalho Ao final deste tema, esperamos você consiga: viabilizadas pela internet;

Mila Costa

 conhecer mudanças em profissões tradicionais.

Provocações

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 Onde você e sua família compram pães, em Provocações

uma padaria ou em uma bakery?  Considerando as mudanças sofridas no mercado de trabalho, você acha que a tecnologia trouxe mais problemas ou soluções? 2

TUDO É INFORMAÇÃO

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No início deste tema, a influenciadora Mila Costa satiriza dois fenômenos cada vez mais comuns atualmente: o uso de palavras estrangeiras e o discurso de marketing que reveste itens de ­novos valores. Afinal, dreams podem ser mais valorizados que pães. Note que, no vídeo, não só o pão é ressignificado, tornando-se uma experiência, mas isso acontece também com toda a sua etapa de fabricação, que é definida como um processo artesanal. As atividades do estabelecimento são, portanto, evidenciadas e enaltecidas. Contudo, esse jogo de palavras e significados da atendente é percebido pela própria consumidora, que se pergunta qual é a diferença entre a mercadoria e os processos atuais e os antigos.

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Nesse sentido, as relações de trabalho e de ­marketing cada vez mais complexas dos dias de hoje estão no centro desse novo ponto de vista. Isso porque, com a ampliação da presença de tecnologias cada vez mais modernas nas diversas áreas de produção, afirmar que determinado processo é artesanal pode conferir ainda mais valor a um ­produto. Mas não apenas de máquinas industriais se faz o progresso, e a tecnologia está presente de maneiras cada vez mais discretas. Por exemplo, o pão da padaria do vídeo pode continuar sendo produzido em um processo artesanal, como há centenas de anos; mas é possível estar diante de sistemas tecnológicos bastante avançados, como usar o Pix (e não dinheiro) na hora do pagamento; ou, na ocasião do pedido, utilizar totens, sobretudo aqueles cujo sistema aprende com os pedidos anteriores e sugere novas compras ao consumidor.

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Shutterstock

A incorporação das novas tecnologias pela indústria para melhorar processos fabris e aumentar a competitividade é a chamada Quarta Revolução Industrial, ou Indústria 4.0. Conceitos como virtualização das informações, modularidade, otimização da capacidade produtiva, descentralização do trabalho e uso de tecnologias são as premissas da nova indústria. As bases dessas mudanças são basicamente três: inteligência artificial, internet das coisas e big data. Nos temas 6 e 7 nós estudamos as duas primeiras bases da Indústria 4.0. Agora, vamos pensar um pouco sobre big data. Trata-se de uma ferramenta de obtenção massiva de dados que pode gerar melhorias na eficiência da produção, no aperfeiçoamento de métodos de fabricação e na qualidade dos produtos. O foco do trabalho com big data é unir três Vs: Volume, Velocidade e Variedade.

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VOLUME A quantidade de dados gerados atualmente por meio da coleta de dados via ­internet das coisas e inteligência artificial estima que, até 2020, foram gerados cerca de 40 026 exabytes de informação. Um exabyte corresponde a um milhão de gigabytes; um gigabyte, por sua vez, é igual a um bilhão de bytes.

VELOCIDADE A velocidade de leitura e interpretação de dados pode ajudar a deter fraudes e invasões de hackers, por exemplo. Por isso, a velocidade na leitura de grandes bases de dados é importante.

VARIEDADE Corresponde aos diferentes tipos de dados que são gerados seja por pessoas (ao fazer pesquisas em buscadores, por exemplo), seja por máquinas com acesso à internet.

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Imagens: Shutterstock

Assim, é preciso pensar em big data em relação íntima com as tecnologias de inteligência artificial e internet das coisas. Todas essas inovações têm colocado questionamentos profundos sobre as formas de produção que conhecemos. Segundo estimativa da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), por ano, as tecnologias podem reduzir custos com reparo em aproximadamente R$ 35 bilhões, gerar ganhos de eficiência produtiva representando uma economia de cerca de R$ 31 bilhões, além de diminuir gastos de energia em até R$ 7 bilhões. Então, carreiras nas áreas de Tecnologia e Ciências Exatas, como Engenharia, Estatística e Matemática parecem ser as áreas do futuro. Além dessas, a Tecnologia da informação, a Ciência de dados, a Ciência da Computação e o Marketing são áreas de grande importância para a Indústria 4.0.

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Em trânsito

http://qr.portalsas.com.br/1odS (acesso em: 21 jul. 2022)

Jornal da Gazeta

O transporte rodoviário feito por meio de ônibus é bastante comum no Brasil e, desde a década de 1990, vem passando por atualizações em relação à tecnologia. Em muitas cidades, uma máquina digital coleta o valor da passagem dos cartões eletrônicos dos passageiros. A modernização tecnológica, entretanto, trouxe alguns impactos para os trabalhadores e os usuários. Clique no link a seguir e veja como a mudança na cidade de São Paulo foi noticiada no Jornal da Gazeta.

Perceba que alguns argumentos contrários à mudança trazidos pelos entrevistados se relacionam com atividades que não consistem em cobrar o valor da passagem. Essas pessoas defendem que os cobradores atuam como “auxiliares de bordo” do motorista, amparando o embarque e o desembarque de passageiros. 8

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  Quais perdas e ganhos esse processo de automatização apresenta? Um estudo apresentado em 2019 por pesquisadores do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) aponta para o número de 30 milhões de empregos em risco até 2026. Isso porque esses postos de trabalho representam profissões com alta chance de automatização, tais como cobradores de ônibus e atendentes de telemarketing. Ou seja, o avanço tecnológico traz impactos que precisam ser considerados. Aquele “bom dia” que dávamos ao cobrador pode deixar de existir quando pensamos no futuro do transporte.

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O futuro é feminino

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Empresas que usam a tecnologia para modificar e melhorar serviços cotidianos são comumente chamadas de startups e já não são novidade no mundo empreendedor. Entretanto, um tipo específico de startup, as ­femtechs, está crescendo e ocupando bastante espaço no mercado. Essas empresas são especializadas em oferecer soluções voltadas para a saúde da mulher por meio da tecnologia – plataformas, aplicativos ou dispositivos eletrônicos – e costumam fazer uso da Inteligência Artificial para abordar questões exclusivas do universo feminino. As soluções acabam unindo, assim, profissionais de áreas como medicina e desenvolvimento tecnológico, uma integração permitida pelos avanços tecnológicos. No Brasil, por exemplo, a femtech Ziel se dedica ao estudo e desenvolvimento de técnicas de detecção e tratamento de câncer. Um oc k erst utt h S dr/ de seus produtos, o SelfCervix, é um an ks lia autoteste de coleta de células do colo de útero. O exame permite a identificação de fatores de risco para o desenvolvimento de câncer na região.

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PONTOS DE VISTA Imagine que a prefeitura da sua cidade vai implantar novos ônibus para o transporte coletivo. Os veículos serão equipados com chips que enviam dados às companhias de transporte sobre a velocidade do veículo, a localização dele, o horário que passou em cada ponto e a quantidade de passageiros. De acordo com as empresas, essas informações vão compor o big data de transportes urbanos e, a médio prazo, devem ajudar a implementar melhorias no trânsito. Agora sua Agência de Conteúdo foi contratada para divulgar o serviço para os funcionários, visando a uma boa receptividade da medida. Em grupo, elabore um anúncio sobre a ­novidade.

Imagens: Freepik

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